Casal brasileiro relata momentos de terror após queda de ônibus no Peru

08 SET 2018
08 de Setembro de 2018

Outras 26 pessoas estavam no ônibus, e três acabaram morrendo no acidente. O casal Selma Diógenes de 23 anos e Márcio Valente, de 29, viajou da cidade onde vivem no Acre ao Peru, para comemorar os seis anos de casados. Mas o ônibus em que eles estavam acabou desabando de um penhasco em Vila Marcapata, distrito de Cusco, no Peru. O acidente ocorreu na noite desta quinta-feira (6).

Outras 26 pessoas estavam no ônibus, e três acabaram morrendo no acidente.

Eles saíram de Rio Branco na quarta-feira(5), de lá pegaram um ônibus até Assis Brasil, no interior do Acre, onde pegaram um taxi até Porto Maldonado no Peru, onde compraram duas passagens de ônibus para Cusco.

"Estava previsto para chegarmos em Cusco às 6h. Quando deu 2h30 da madrugada, ao invés de o motorista fazer a curva, que é bem sinuosa, ele ultrapassou uma barreira. Alguns peritos disseram que ele dormiu no volante. O ônibus ultrapassou uma grade de proteção, caiu e capotou" contou Selma ao portal G1.

A vítima conta que depois da queda do penhasco ela chamou pelo marido que a socorreu e se assustou com a quantidade de sangue que ela tinha pelo rosto. Selma acabou quebrando o nariz, o ombro esquerdo e teve várias fraturas pelo lado esquerdo do seu corpo. A fisioterapeuta teve de passar por uma cirurgia na última sexta-feira(7), em um hospital particular de Cusco.

A brasileira ainda relata que depois do acidente as vítimas tiveram que esperar por cerca de duas horas até a chegada do resgate, em um frio de aproximadamente zero grau que fazia no local.

"Dentro do ônibus estava quentinho, mas eu não estava com roupas adequadas. Passei muito frio até meu esposo encontrar as malas e me dar um cobertor. Ele conseguiu ajudar muita gente. Fiquei deitada das 2h30 até 4h em cima das pedras porque o resgate não havia chegado", afirma ela.

Selma recebeu atendimento da empresa de ônibus, mas afirmou que a embaixada brasileira no Perunão ofereceu nenhuma ajuda as vítimas. Ela conta que a família dela no Brasil chegou a entrar em contato com a embaixada, mas até agora nada foi resolvido.

"Já entramos em contato com o Itamaraty, Consulado, e estão falando que vão vir aqui prestar assistência, trazer as malas, mas até agora não resolveram nada. Só o que a gente queria era a mala com a roupa" lamenta ela.

Fonte: Notícias Ao Minuto

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